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A importância que damos ao envolvimento dos estudantes em várias ações como protagonistas e agentes em atuação pela melhoria da qualidade da educação não é por acaso, pois a escola acredita e aposta nessa participação. E isso foi destacado numa matéria da revista Gestão Escolar, que é a mais importante publicação nacional especializada nas temáticas do desenvolvimento administrativo-pedagógico. A revista é acessível em formato digital e aqui está a reportagem da qual participamos.

Pela primeira vez foi realizada na escola a Semana da Consciência Negra, com enfoque dedicado a promover saberes e consciências em torno das complexas situações que envolvem a diversidade étnica do Brasil. Palestras, exibições de vídeos, atividades lúdicas e muitas ideias foram vistas e experimentadas na escola com envolvimento de todas as séries e turmas, além do engajamento da equipe escolar e colaboração de convidados muito especiais. O saldo de um evento desse tipo é muito importante para o amadurecimento de reflexões e perspectivas, além de ressaltar o próprio processo de desenvolvimento de atitudes e comportamentos que valorizem a preparação dos jovens para o exercício da cidadania, afinal, temas como racismo, consciência social e histórica, valores éticos e fundamentos de respeito foram abordados e debatidos pela comunidade escolar.

Na segunda-feira (dia 17) o professor Ronildo Nascimento, da Escola Nestor Gomes, em Jaboatão, trouxe sua abordagem sobre a formação multiétnica do Brasil e sobre a necessidade de valorizar a contribuição africana neste processo. No mesmo dia o professor Emanuel Bernardo, da ETE Epitácio Pessoa, no Cabo de Santo Agostinho, apresentou um panorama histórico da África, abordando a diversidade e riqueza cultural do continente e de seus povos. Na terça-feira (18) Cléber Fernandes, acadêmico de Direito, militante do MNU (Movimento Negro Unificado) e integrante do Conselho Municipal de Igualdade Racial, tratou dos aspectos legais e sociais do processo de garantia de direitos à população afro-descendente e luta contra o racismo. Na quarta-feira (19) o grupo de estudantes de História da UFRPE que atuam na escola vinculados ao PIBID realizaram sua participação através da promoção de uma mostra de vídeos com debates e também por meio da apresentação de um espetáculo com teatro de bonecos. Na quinta (20) a programação ficou por conta da própria equipe pedagógica da escola e os professores Rômulo Peixoto, Georgos Santos, Paulo Alexandre e Overlane Cavalcanti discutiram conjuntamente e com os estudantes diversas questões importantes sobre o racismo e a necessidade de desenvolvimento de consciências sobre o problema. A programação de encerramento, na sexta-feira (21), contou com Gustavo Almeida, da TVU, que exibiu e discutiu aspectos relativos a seu documentário Babá Paulo Braz – Conexão Ifé, filme que relata uma aventura de (re)descoberta da África. Além desses momentos de aprendizagem, outras atividades também foram realizadas nas salas de aula a exemplo da exibição do filme 12 anos de escravidão, ganhador do Oscar de melhor filme esse ano, e também da apresentação itinerante promovida voluntariamente por um grupo de alunos de primeiro ano sobre a relação entre o movimento rip rop e as lutas contra o racismo.

Uma atividade como essa cumpre um papel importante no processo de educação voltada para a constituição de valores, de cidadania e de respeito à diversidade que marca nosso povo. Experiências como essa são ótimas para todos que se envolvem por ela.

2014-11-17 19 10 00

Clique na imagem e confira a primeira edição da revista F5 – Atualize

Já leu a primeira edição da revista F5? A primeira edição da revista eletrônica F5 já está acessível com matérias produzidas por estudantes sob o estímulo da professora Isabel Araújo.

A Lei 10.6039 de 2003 determinou que todas as escolas, públicas e particulares, devem obrigatoriamente abordar em suas programações didáticas e nos planejamentos das aulas e abordagem de conteúdos a temática relativa à história e cultura afro-brasileira (e indígena também, conforme a Lei 11.645 de 2008). Mas abordar nossas tradições ancestrais e tem mais efeitos do que ampliação de nosso conhecimento e dimensões sobre as culturas diversas a respeito da matriz africana que é tão importante para a formação do Brasil e composição do povo brasileiro e suas diversas manifestações culturais seja por meio de expressões artísticas, religiosas, linguísticas, folclóricas e até comportamentais. É importante também porque permite a reflexão relativa à nossa realidade social, considerando que convivemos com efeitos de um processo histórico que demonstra a necessidade de analisarmos questões fundamentais como o racismo, problemas associados aos efeitos de anos de desigualdades, a dificuldade de reconhecimento e valorização de elementos étnicos herdados do continente africano e, enfim, a relevância de encararmos nossas origens e composições multiculturais para que possamos nos compreender melhor como um povo rico em diversidade capaz de encarar grandes desafios.

Por tudo isso a escola tem a satisfação e o dever de promover um momento especial para vivência sobre sobre a história e cultura afro-brasileira – embora isso não deva ficar restrito a um evento em particular. A participação dos estudantes é essencial e juntos teremos, paralelamente às aulas regulares, momentos para aprendermos mais sobre o povo brasileiro e suas referências.

AFRICA

Aqui estão os resultados:

Aqui estão as listas com as 10 maiores pontuações gerais e as 5 maiores pontuações por prova/área de conhecimento:

PRIMEIRO ANO:

SEGUNDO ANO:

IF

Alunos acompanhando as atividades e aulas com seus tablets educacionais

A Semana do Fera ocorre em sua quarta edição consecutiva, trazendo contribuições importantes para a preparação dos estudantes que farão ENEM e vestibulares seriados. O evento preenche duas semanas de programação para os mais de 500 alunos da escola e envolve também todos os educadores, sendo as três séries do Ensino Médio contempladas pela programação, que inclui dinâmicos aulões de revisão, experimentos, dicas e orientações para as provas, exibições de filmes seguidas por debates sobre seus temas e contextos e, claro, momentos de empenho e também de descontração. Os estudantes contam com material didático próprio (disponíveis online neste link), como os cadernos de questões disponibilizados para todos ou ainda que podem ser utilizados diretamente por meio de seus tablets educacionais e ao final da programação o preparo de todos poderá ser avaliado por meio de um bem elaborado simulado que busca também familiarizar os alunos em relação aos procedimentos empregados durante a realização das provas de seleção que farão brevemente.

A iniciativa tem contribuído para a preparação dos estudantes e a participação desde o primeiro ano é mais um fator importante, pois inicia desde cedo o engajamento no processo de aprimoramento dos estudos e percepção sobre a importância da continuidade da formação através das possibilidades acadêmicas, sendo o ENEM um instrumento indispensável – o que exige cada vez mais um trabalho que atente para o exame e as habilidades e competências por ele abordadas.

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