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Acolhida 2015

2013-06-28 11.13.12

Olá meninos e meninas trajanenses !!!

Estaremos recebendo os(as) novos(as) estudantes no início de fevereiro e para isto fizemos uma convocação de colaboradores(as) cujos nome serão indicados a seguir com a referência da turma e série em que estavam matriculados(as) em 2014, aqueles(as) que não constarem na listagem, não foram recusados(as) mas devido ao excesso de inscrições , o que muito nos alegra, uma vez que mostra o qual relevante é para vocês participar das atividades propostas pela EREM Trajano de Mendonça, por isto nosso agradecimento.

Para consultar a listagem por favor clicar ACOLHIMENTO 2015 lista

 

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Já está disponível o segundo número da revista F5. Clique aqui para acessar.

Com o levantamento dos resultados por escolas no ENEM mais uma vez nossa escola obteve um bom resultado. Dessa vez chegou a ficar na 10ª posição entre as escolas públicas no Recife (incluindo escolas federais e estaduais em condições diferenciadas) segundo o critério que mede as 30 melhores médias por alunos de cada escola. Na classificação geral (considerando as médias de todos os alunos) a situação também foi muito positiva, pois obtivemos a 14ª posição estadual entre as escolas públicas.

result

Classificação conforme as 30 melhores médias por alunos em Recife

2014-12-24 13 13 23

Classificação geral (considerando todas as médias) das escolas públicas pernambucanas

revista-destaque

A importância que damos ao envolvimento dos estudantes em várias ações como protagonistas e agentes em atuação pela melhoria da qualidade da educação não é por acaso, pois a escola acredita e aposta nessa participação. E isso foi destacado numa matéria da revista Gestão Escolar, que é a mais importante publicação nacional especializada nas temáticas do desenvolvimento administrativo-pedagógico. A revista é acessível em formato digital e aqui está a reportagem da qual participamos.

Pela primeira vez foi realizada na escola a Semana da Consciência Negra, com enfoque dedicado a promover saberes e consciências em torno das complexas situações que envolvem a diversidade étnica do Brasil. Palestras, exibições de vídeos, atividades lúdicas e muitas ideias foram vistas e experimentadas na escola com envolvimento de todas as séries e turmas, além do engajamento da equipe escolar e colaboração de convidados muito especiais. O saldo de um evento desse tipo é muito importante para o amadurecimento de reflexões e perspectivas, além de ressaltar o próprio processo de desenvolvimento de atitudes e comportamentos que valorizem a preparação dos jovens para o exercício da cidadania, afinal, temas como racismo, consciência social e histórica, valores éticos e fundamentos de respeito foram abordados e debatidos pela comunidade escolar.

Na segunda-feira (dia 17) o professor Ronildo Nascimento, da Escola Nestor Gomes, em Jaboatão, trouxe sua abordagem sobre a formação multiétnica do Brasil e sobre a necessidade de valorizar a contribuição africana neste processo. No mesmo dia o professor Emanuel Bernardo, da ETE Epitácio Pessoa, no Cabo de Santo Agostinho, apresentou um panorama histórico da África, abordando a diversidade e riqueza cultural do continente e de seus povos. Na terça-feira (18) Cléber Fernandes, acadêmico de Direito, militante do MNU (Movimento Negro Unificado) e integrante do Conselho Municipal de Igualdade Racial, tratou dos aspectos legais e sociais do processo de garantia de direitos à população afro-descendente e luta contra o racismo. Na quarta-feira (19) o grupo de estudantes de História da UFRPE que atuam na escola vinculados ao PIBID realizaram sua participação através da promoção de uma mostra de vídeos com debates e também por meio da apresentação de um espetáculo com teatro de bonecos. Na quinta (20) a programação ficou por conta da própria equipe pedagógica da escola e os professores Rômulo Peixoto, Georgos Santos, Paulo Alexandre e Overlane Cavalcanti discutiram conjuntamente e com os estudantes diversas questões importantes sobre o racismo e a necessidade de desenvolvimento de consciências sobre o problema. A programação de encerramento, na sexta-feira (21), contou com Gustavo Almeida, da TVU, que exibiu e discutiu aspectos relativos a seu documentário Babá Paulo Braz – Conexão Ifé, filme que relata uma aventura de (re)descoberta da África. Além desses momentos de aprendizagem, outras atividades também foram realizadas nas salas de aula a exemplo da exibição do filme 12 anos de escravidão, ganhador do Oscar de melhor filme esse ano, e também da apresentação itinerante promovida voluntariamente por um grupo de alunos de primeiro ano sobre a relação entre o movimento rip rop e as lutas contra o racismo.

Uma atividade como essa cumpre um papel importante no processo de educação voltada para a constituição de valores, de cidadania e de respeito à diversidade que marca nosso povo. Experiências como essa são ótimas para todos que se envolvem por ela.

2014-11-17 19 10 00

Clique na imagem e confira a primeira edição da revista F5 – Atualize

Já leu a primeira edição da revista F5? A primeira edição da revista eletrônica F5 já está acessível com matérias produzidas por estudantes sob o estímulo da professora Isabel Araújo.

A Lei 10.6039 de 2003 determinou que todas as escolas, públicas e particulares, devem obrigatoriamente abordar em suas programações didáticas e nos planejamentos das aulas e abordagem de conteúdos a temática relativa à história e cultura afro-brasileira (e indígena também, conforme a Lei 11.645 de 2008). Mas abordar nossas tradições ancestrais e tem mais efeitos do que ampliação de nosso conhecimento e dimensões sobre as culturas diversas a respeito da matriz africana que é tão importante para a formação do Brasil e composição do povo brasileiro e suas diversas manifestações culturais seja por meio de expressões artísticas, religiosas, linguísticas, folclóricas e até comportamentais. É importante também porque permite a reflexão relativa à nossa realidade social, considerando que convivemos com efeitos de um processo histórico que demonstra a necessidade de analisarmos questões fundamentais como o racismo, problemas associados aos efeitos de anos de desigualdades, a dificuldade de reconhecimento e valorização de elementos étnicos herdados do continente africano e, enfim, a relevância de encararmos nossas origens e composições multiculturais para que possamos nos compreender melhor como um povo rico em diversidade capaz de encarar grandes desafios.

Por tudo isso a escola tem a satisfação e o dever de promover um momento especial para vivência sobre sobre a história e cultura afro-brasileira – embora isso não deva ficar restrito a um evento em particular. A participação dos estudantes é essencial e juntos teremos, paralelamente às aulas regulares, momentos para aprendermos mais sobre o povo brasileiro e suas referências.

AFRICA

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