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Aqui estão as sugestões de clips para a atividade sobre o contexto de contestações promovidos por movimentos sociais na década de 1960, incluindo a atuação do movimento de contracultura simbolizado pelos hippies (clique aqui para mais um texto). Equipes de até 6 integrantes deverão ser formadas e cada uma delas deverá apresentar suas interpretações a respeito das mensagens contidas na musica escolhida, relacionando tal mensagem ao contexto social e político, trazendo impressões sobre a história dos artistas e de suas contribuições e influências diante do momento vivido por ocasião do lançamento das canções. Todas as equipes realizarão suas apresentações num mesmo dia, apresentando antes o clip escolhido para a turma.

Os links para os clips serão abertos ao clicar nas imagens.

The Beatles - All You Need is Love

The Beatles – All You Need is Love

The Animal - House of the Rising Sun

The Animal – House of the Rising Sun

Bob Dylan - Blowin in the wind

Bob Dylan – Blowin in the wind

Johnny Wright - Hello Vietnam

Johnny Wright – Hello Vietnam

Janis Joplin - Summertime

Janis Joplin – Summertime

Jefferson Airplane - White Rabbit

Jefferson Airplane – White Rabbit

Joan Baez - We shall overcome

Joan Baez – We shall overcome

The Who - My Generation

The Who – My Generation

Nina Simone - Mississippi Goddam

Nina Simone – Mississippi Goddam

Steppenwolf - Born to be wild

Steppenwolf – Born to be wild

The Rolling Stones - Paint It Black

The Rolling Stones – Paint It Black

The End - The Doors

The End – The Doors

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Diante da dificuldade informada por alguns quanto ao acesso à atividade, o prazo para responder e enviar foi estendido até o dia  17 (somente para esta atividade na internet). CLIQUE NO LINK para realizar a atividade.

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De 21 a 28 de Agosto de 2015 na EREM Professor Trajano de Mendonça

Palestras, Filmes e Discussões. TODOS JUNTOS POR UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA.

. OBJETIVOS DO EVENTO

  1. Estimular a investigação e a busca de conhecimento de forma cotidiana e integrada com toda a comunidade escolar, conduzida e desenvolvida pelos estudantes;
  2. Envolver participações ativas, práticas e conceituais de alunos e professores, na construção e desenvolvimento de projetos;

III. Estabelecer relações dinâmicas dos conhecimentos específicos das disciplinas da base comum do Ensino Médio, com problemáticas sociais, culturais, econômicas e ambientais, de caráter local, regional, nacional e/ou global;

  1. JUSTIFICATIVA

A MOSTRA DE CONHECIMENTO é uma ação de incentivo ao desenvolvimento de trabalhos científicos e culturais, no âmbito da própria Escola. Além disso, é um espaço rico de possibilidades para as múltiplas expressões das juventudes.

A Escola, como lugar de acesso e produção de conhecimento e de manifestação cultural, desempenha um papel relevante, na medida em que introduz os jovens no universo da arte, da cultura e da investigação científica.

  1. PROGRAMAÇÃO

A MOSTRA DE CONHECIMENTO E CULTURA PERNAMBUCANA, acontecerá nos dias  2, 3 e 4 de Setembro de 2015, considerando um calendário de apresentação que será divulgado após encerradas as inscrições e considerando o numero de equipes inscritas.

  1. DESCRIÇÃO GERAL DO PROJETO CIENTÍFICO DA MOSTRA DE CONHCIMENTO E CULTURA PERNAMBUCANA.

 

5.1 Da Abrangência

O propósito é envolver e incentivar os estudantes da Escola de Ensino Médio Professor Trajano de Mendonça ao conhecimento e práticas das etapas do desenvolvimento científico apresentado através de projetos.

 

5.2 Dos Projetos Participantes

Poderão participar todos os estudantes da Escola de Ensino Médio Professor Trajano de Mendonça em suas respectivas séries e turnos, relacionados às categorias propostas neste Edital.

 

5.3 Dos Critérios de Participação/Orientação dos Projetos:

  1. Serão aceitos projetos formados por no máximo 8 alunos(as),atuando na exposição e pesquisa do tema.
  2. Todos os projetos deverão ter a participação de 1 (um) Professor Orientador.

III. Um professor poderá orientar até 4 (quatro) projetos.

5.4 Das Categorias e do Processo de Seleção

A MOSTRA DE CONHECIMENTO E CULTURA PERNAMBUCANA terá TEMA LIVRE, porém considerando as  seguintes categorias temáticas como linha de pesquisa:

CATEGORIA OBJETO DA PESQUISA
Códigos e Linguagens
Ciências da Natureza e Matemática
Ciências Humanas
Ciências Ambientais
Matemática
Educação Inclusiva ( Deficiência Física, Deficiência visual, auditiva e  Intelectual, Transtorno do Espectro  Autista,  Altas Habilidades/Superdotação etc.)
  1. DAS RESPONSABILIDADES

 

6.1 DIREÇÃO: Será responsável pela articulação e mobilização da Escola para o desenvolvimento da pesquisa na rotina escolar afim de que estes projetos participem da culminância nas datas estabelecidas.

6.2 APOIO PEDAGÓGICO: Será responsável pela articulação com os professores e estudantes para a realização da Mostra de Conhecimento e Cultura Pernambucana, respondendo pela organização do evento, bem como pela entrega, recebimento e controle das fichas de inscrição, e pela seleção dos professores avaliadores dos projetos, de acordo com os critérios deste Edital.

6.3 DOS PROFESSORES: Será responsável pela orientação das equipes do qual for responsável.

Da orientação: Também é de responsabilidade de cada professor orientar e acompanhar estabelecendo semanalmente metas aos estudantes que atuarão no estudo de pesquisa, experimentos, análises de dados, entrevistas, confecção de material, dentre outros.

6.4 DOS ALUNOS: Ficam responsáveis em pesquisar, realizar experiências, entrevistas, análises e seguir as orientações do professor orientador cumprindo as metas por ele estabelecidas. Também é de responsabilidade dos estudantes o registro diário das etapas que realizou para desenvolver o projeto relatando todos os fatos e datas respectivas em um caderno de campo.

  1. DA INSCRIÇÃO

 

7.1 Os responsáveis pelos trabalhados deverão preencher uma ficha de Inscrição  e entregar um resumo do projeto.

7.2. PROCEDIMENTO DA INSCRIÇÃO

A Inscrição: As fichas de inscrições deverão ser retiradas, preenchidas e assinadas pelo professor orientador, depois devolvidas à professora Overlane Pinto Cavalcanti, até o dia 21 de Agosto  de 2015.

É importante reforçar que o resumo deve ser a síntese do trabalho/pesquisa com uma limitada quantidade de palavras, de forma que todo o documento seja de uma página.

Lembre-se que este resumo será entregue para os avaliadores e servirá de base para a avaliação dos projetos/pesquisas.

  1. EXPOSIÇÃO DO PROJETO

Todos os projetos podem ser expostos através de esquemas, equipamentos, fotos, slides ou protótipos que ilustrem e/ou estejam relacionados ao objeto da pesquisa, não sendo, entretanto, obrigatório a utilização destes meios.

 

Cada equipe terá a responsabilidade de trazer os materiais e equipamentos, que forem necessários (aparelho de som, computadores, cabos de vídeo e de som, TNT, emborrachado entre outros) e sobre eles assumir total responsabilidade, A ESCOLA NÃO SE COMPROMETE A FORNECER este materiais   e o uso de projetores (datashows) está restrito a quantidade disponível na Escola.

 

  1. LOCAIS DE APRESENTAÇÃO

 

Serão disponibilizadas as salas de aula para a apresentação dos projetos, podendo haver mais de um grupo em cada sala.

Os locais poderão ser personalizados com fotos e/ou colagens de forma organizada e criativa, não sendo indicada a poluição visual nem a extrapolação do espaço disponibilizado.

Não será permitido vedar os espaços de circulação de ar nas salas (combogós).

  1. REGRAS DE SEGURANÇA

Serão proibidas as exposições dos seguintes itens:

  1. a) Órgãos ou membros de animais/humanos ou seus fluidos (sangue, urina, etc.);
  2. b) Gelo seco ou outros sólidos sublimáveis;
  3. c) Baterias com células expostas;
  4. d) Substâncias tóxicas ou de uso controlado;
  5. e) Materiais cortantes, seringas, agulhas, materiais de vidro que possam provocar ferimentos/acidentes;
  6. f) Fotografias ou quaisquer outras formas de apresentação visual ofensiva ao direito e à dignidade humana (Exceto em casos onde o professor orientador se responsabilize diretamente)
  1. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOS PROJETOS

 

11.1 Da Avaliação:

A desenvoltura oral na defesa do trabalho e a apresentação do mesmo será o principal foco da avaliação.

Cada professor utilizará a pontuação atribuída ao projeto da maneira que achar conveniente.

Durante todo o evento, pelo menos um dos alunos expositores deverá permanecer em seu estande. A ausência no estande poderá ocasionar a eliminação da equipe.

Caso seja necessário, os professores podem solicitar o caderno de campo (registros das etapas dos projetos) para complementar a avaliação.

 

11.2 Da Apresentação Oral

A apresentação deve ser de forma clara e objetiva.

 

 

Metodologia Científica

Os estudantes precisam ser capazes de explicar como procederam as suas investigações; que instrumentos eles utilizaram para coletar dados; quais as fontes que eles pesquisaram, como eles tiveram acesso a tais fontes, bem como em que período desenvolveram suas pesquisas. Todas estas explicações devem ter como amparo os conhecimentos científicos adquiridos.

 SITUAÇÕES PASSÍVEIS DA PENALIDADE DE ELIMINAÇÃO

A não observância das normas estabelecidas neste regulamento implicará prejuízos na avaliação dos projetos inscritos.

Atos de indisciplina ou omissão, por parte de todos os estudantes, serão encaminhados à Comissão Coordenadora da MOSTRA DE CONHECIMETO E CULTURA PERNAMBUCANA e estarão sujeitos à desclassificação.

Recife, 03 de Agosto de 2015

Em foto registrada por estudante, da comunidade do Planeta do Macacos pode-se vislumbrar mudanças no horizonte do bairro.

Em foto registrada por estudante, da comunidade do Planeta do Macacos pode-se vislumbrar mudanças no horizonte do bairro.

Contar a história de Jardim São Paulo tem sido um desafio, pois todos estamos lidando com um trabalho praticamente desbravador. Há registros esparsos, não sistematizados e carentes de fontes já identificadas, então o que se levanta sobre o bairro toma forma de novidade para todos, mas percebemos que os moradores possuem histórias para contar, muitas vezes experiências e narrativas guardadas por eles e não sondadas por ninguém antes desse trabalho ter início.

Então o caráter desse projeto tem também o sentido de um serviço comunitário, pois poderá ser uma contribuição importante para o registro da memória local, para uma reconstituição ou registro de fatos e situações que não foram compartilhadas de forma mais ampla e que são fontes de informações que ajudarão não apenas à tentativa de se contar a história de um bairro, mas até a evidenciar o papel das pessoas como agentes dessa história pois eles a experimentaram e poderão dividir tais vivências e impressões com as gerações mais jovens de agentes que continuarão a construir a história de Jardim São Paulo – e tem sido particularmente fascinante perceber como os estudantes envolvidos já se sentem e se expressam como agentes históricos diante da aproximação com o passado do bairro numa perspectiva de que eles estão ajudando a contar e registrar a história da comunidade da qual fazem parte.

Trabalho na EREM Professor Trajano de Mendonça desde 2005, ano em que ingressei no serviço público e, embora já transitasse pelo bairro desde muito antes disso, não conhecia a história da localidade mesmo que também tenha me tornado parta da comunidade do bairro, pois também me mudei e me estabeleci aqui três anos atrás. Este desconhecimento é sintomático, pois as histórias em torno de Jardim São Paulo são mesmo obscurecidas pela insuficiente atividade de registro e busca por fontes. Lidamos então com os problemas derivados disso, mas seguimos adiante.

Até confesso que proposta do PIBID (Programa Institucional de Iniciação à Docência)/UFPE de contar a história local foi inicialmente encarada por mim mesmo com certa desconfiança ao longo da implementação do projeto, pois me pareceu que se tratava mais de uma ação de pesquisa do que exatamente de docência – ainda que não haja docência sem pesquisa – mas a impressão foi mudando justamente quando a adesão dos estudantes da escola e a percepção que passaram a ter sobre o conhecimento e produção da atividade de pesquisa histórica chegaram em pouco tempo a sinalizar parâmetros que e patamares de eu não percebia se consolidando em minhas aulas mesmo que eu pratique abordagens que fogem da convencionalidade, apesar do conteudismo exigido. Mas atuar na prática tem ensinado que a o saber histórico demanda o empreendimento de certos esforços, técnicas e conhecimentos que são operados justamente porque se sabe que o levantamento dos dados e fatos a serem contados requer um conjunto de procedimentos e um trabalho rigoroso que deve levar muitos fatores em consideração. A atuação dos acadêmicos do PIBID tem incrementado esse processo todo, pois os pibidianos apresentaram a esses adolescentes curiosos um plano de trabalho que era diferente e inusitado para eles, que agora estão vendo que produzir a história que leem e que passam a conhecer exige uma série de requisitos metodológicos e procedimentais.

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Os cinco estudantes de História da universidade e bolsistas do PIBID conjuntamente se prepararam para abordar didaticamente as perspectivas planejadas do projeto como um todo após reunirem um número considerável de interessados em participar. Foram realizadas reuniões como os estudantes e nelas os pibidianos abordaram sobre pesquisa histórica, aspectos sobre o que é o porque é relevante a produção do registro da história local e sobre a história oral e sua aplicabilidade. O retorno tem sido interessante até porque estas expressões passaram a ter significado para os estudantes, que sabem que produzir conhecimento em história é muito mais do que apenas reproduzir uma narrativa ou conjunto de fatos. Os bolsistas estão experimentando a docência na medida quem que se postam como orientadores dos estudantes, convivendo com eles em instantes diferenciados de construção de saberes – ainda que também nos preocupemos mutuamente com a experiência mais cotidiana de sala de aula, planejamento e avaliação, tendo todos nós trabalhado em propostas conjuntas.

A realização de primeira trilha programada, conforme indicação de locais apresentada pelos próprios estudantes foi uma experiência interessante – e me refiro a ela a partir de impressões que pude coletar mesmo tendo sido impossibilitada minha participação pela necessidade de tomar parte e estar presente em uma reunião pedagógica que definiria providências relevantes para a escola. Acompanhando as imagens registradas e os relatos feitos pelos próprios estudantes após a atividade me parece que o êxito foi espetacular – e o relato dos pibidianos precisa ser também apontado para completar este quadro de impressões, inclusive relatando dinâmicas e intervenções que prepararam – pois o que registraram deu-me a impressão de que eles saborearam e experiência nova para eles, mesmo transitando em espaços nos quais rotineiramente passam, pois tiveram um caminhar novo num caminho conhecido, percebendo detalhes que a rotina não ajudou a mostrar, pois os cenários “manjados” apareceram na ocasião com surpresas.

Outros relatos são agradáveis mesmo de conhecer, pois lidam com o entusiasmo dos alunos. Eles assimilaram de tal forma o fato de que as pessoas e suas experiências são preciosas fontes históricas e de histórias que a corajosa disposição sem formalidades geraram uma interessante “caça aos idosos” durante a própria trilha, sobretudo nas praças do bairro, quando os estudantes abordavam com ânimo e curiosidade as pessoas que encontravam, sondavam sobre quanto tempo viviam em Jardim São Paulo e despertaram até reações surpreendentes dos anciãos que interpelavam com interesse e curiosidade, pois até houve interpelado que narrou sua emoção pelo fato de sua experiência motivar interesse por parte de adolescentes que o abordaram. Essa situação também indicia o olhar diferente sobre a rotina, pois os próprios estudantes também frequentavam o mesmo espaço sem antes devotarem suas atenções aos idosos que dividiam invisivelmente as praças com eles.

Vale a pena brincar com a disposição dos participantes (montagem feita pela

Vale a pena brincar com a disposição dos participantes (montagem feita pela “pibidiana” Mariana Nascimento)

Além de história como saber, de técnicas, de registros, de fontes e metodologias de pesquisa, verificamos que os estudantes querem contar a história da qual fazem parte, querem que a trajetória de sua comunidade seja reconhecida.

Aqueles que moram no hemisfério mais carente do bairro são ainda mais motivamos para que a trilha chegue até lá também, que reconheça e percorra a comunidade do Planeta dos Macacos e vá além das praças, da estação ferroviária que cedeu lugar ao metrô (e a segunda trilha acompanhará os trilhos e as histórias da ferrovia e do parque de trens que também impulsionou a localidade desde o início do século XX). Sim, a demanda dos estudantes será atendida e chegaremos na história de resistência, conquistas, tumultos, problemas e também de afetividades vividas na comunidade que recebeu um nome empregado de preconceitos. Os trilhos da história de Jardim São Paulo e de seus moradores chegarão ao Planeta dos Macacos.

Que comecem também as entrevistas já programadas com os prospectos que foram listados, pois delas novas experiências serão decorrentes.

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